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quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

justiça?, é o que menos me importa agora...

https://abovethelaw.com/2015/07/why-judges-and-prosecutors-dont-care-if-theyre-right/?rf=1


Why Judges and Prosecutors Don’t Care If They’re Right

"Judge Alex Kozinski explains that a lot of fault for our messed-up criminal justice system lies with judges and prosecutors.

Put simply, it’s a barn burner.
He lays out 12 views that are widely held by judges and lawyers to justify what happens in our criminal justice system — that forensic evidence is reliable, that juries follow jury instructions, that human memory is reliable, that the prosecution is at a disadvantage because of the burden of proof, that long sentences deter crime — and explains why there is substantial reason to doubt each of them based on what we know about the how the legal system actually works, what we’ve learned from empirical studies of how human brains function, and scientific literature casting doubt on much of what happens in the courtroom.
For example, on the reliability of forensic evidence, Kozinski quotes a piece in the journal Science that concludes that:
Spectrographic voice identification error rates are as high as 63%, depending on the type of voice sample tested. Handwriting error rates average around 40% and sometimes approach 100%. False-positive error rates for bite marks run as high as 64%. Those for microscopic hair comparisons are about 12% (using results of mitochondrial DNA testing as the criterion).
Another powerful Kozinski point is about jury instructions.
Judges often instruct juries on the law, explaining relatively nuanced legal doctrines, only one time. Orally. Many don’t give the juries a copy of the instructions. Appellate courts then presume, as a matter of law, that the juries understand what they’ve been told and are following it to the letter.
Seriously? Have these judges ever been to a conference and heard people receive an orientation? Most of the time people don’t follow directions to the bathroom without hearing them more than once. The only way you’d think juries actually know what they’re supposed to do from this process is if your only experience of actual humans came from reading appellate decisions.
After reading the first 11 pages of Kozinski’s piece, one gets the strong feeling that our criminal justice system isn’t that much better than trial by ordeal. Instead of drowning people, making them drink poison, or setting them on fire, we subject them to other rituals that are not much more tethered to actual guilt or innocence. Instead of relying on faith in the Almighty to rescue a person accused of a crime, we now place our faith in a similarly powerful entity — the Department of Justice. Kozinski gives us little reason to think that faith is well-placed. There is, in fact, a reason to think trial by ordeal may be better — at least God isn’t trying to rack up stats to justify His work.
Kozinski’s piece is, essentially, a call toward empiricism — a call toward a more scientific approach — in our criminal courts. He is advocating for a system of criminal justice based on how the world actually is. His approach is grounded in science and real world information. Under Kozinski’s approach to how our criminal justice system should be, we should care how people and policies work, instead of our own a priori views on how people and policies ought to work.
This is not the way lawyers or judges typically approach the world. Lawyers and judges prefer to look at how the world has been described by other lawyers and judges and assume those folks were probably right.
Kozinski is, in essence, a lot like Gallileo. The law enforcement community is the Pope. Being correct doesn’t matter when you’re up against folks with the power to imprison who are institutionally threatened by your theory of the world.
That said, what Kozinski’s arguing isn’t new. It’s been written about in one form or another for years. Similar points have been made by Judge Jed Rakoff, Judge Nancy Gertner, in books from Michelle Alexander’s The New Jim Crow to Bill Stuntz’s The Collapse of the American Criminal Justice System (affiliate links). The Cato Institute and Rand Paul have made many of the same arguments.
In light of this, why aren’t things changing? Why aren’t the people at the Department of Justice, or other law enforcement entities, using this as a spur to think about maybe not incarcerating so many people? Why aren’t judges in criminal cases worried about being right, rather than relying on the junk science of older judges?
If you read the press on what’s going on in our criminal courts, there’s a wide recognition that they’re broken. If you actually practice in them, virtually no prosecutors and very few judges seem to care. Why?
I think the history of hand washing suggests a nice explanation.
When observing the world was just catching on as a way to learn about how the world works — as opposed to just making up what it must be like — a Hungarian named Ignaz Semmelweis noticed that if doctors washed their hands and medical instruments when delivering babies fewer mothers and babies died.
He thought that was information worth sharing.
And, of course, the medical establishment, concerned with having fewer patients die and protecting itself — though not in that order — ridiculed him until he died angry and alone. Among other problems — like a blind, unthinking faith that the way they’d always done things must be the way they ought to be done — doctors just couldn’t get over the idea that their own uncleanliness had a role in such great harm to their patients.
So too with the law. Prosecutors and judges, for years, have meted out punishment based on a view about how people work and how the world works that is as justified as an argument that a doctor shouldn’t wash his hands before handling a patient. Yet it’s easier to keep doing what they’ve been doing than to recognize the harm that they’re causing, and have been.
Threats to power aren’t just threats to the ability to do things — they’re also threats to the way things have been done.
Eppur si muove."

quinta-feira, 20 de julho de 2017

'Justiça Suspença'; "Independente"...

Caso Universidade Independente concluído com penas suspensas


 

"Não ficaram provados os crimes de associação criminosa e abuso de confiança de que estavam acusados os arguidos do caso Universidade Independente.

No total foram condenados a penas suspensas seis arguidos.

O ex vice reitor da universidade independente - Rui Verde, foi condenado a quatro anos e dois meses de pena suspensa, por três crimes de falsificação de documentos e um fraude fiscal.

Amadeu Lima de Carvalho, accionista maioritário da sociedade detentora da universidade Independente foi condenado a três anos e dois meses de pena suspensa, por três crimes de falsificação."

quarta-feira, 19 de julho de 2017

E para quem são então as penas efectivas, não é?!...

Contabilista condenado a pena suspensa por burlar empresa em quase um milhão de euros



O coletivo de juízes absolveu ainda no mesmo processo outros quatro funcionários que trabalhavam na empresa-mãe do grupo do ramo agropecuário e um gabinete de contabilidade, porque o tribunal "não ficou convencido" quanto ao envolvimento destes no caso.
Durante a leitura do acórdão, a juíza presidente disse que o tribunal considerou provada a "essencialidade" dos factos que constavam do despacho de pronúncia.
O acórdão refere que o modo de execução dos crimes mostrou-se "hábil e engenhoso", de tal modo que "nem os membros dos órgãos sociais das sociedades assistentes nem os revisores oficiais de contas se aperceberam do mesmo, durante largo período de tempo".

Durante o julgamento, o arguido assumiu parte dos factos, mas disse que os seus atos eram do conhecimento da administração, um facto que, segundo juíza, "não resultou demonstrado", tendo sido até contrariado pelos administradores
 
 

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Mais "Justiça Suspensa"

Se a Justiça chega a parecer corporativa... é porque é

http://www.dn.pt/sociedade/interior/funcionaria-judicial-condenada-a-pena-de-prisao-suspensa-por-desviar-132-mil-euros-8631518.HTML

12 DE JULHO DE 2017 16:11
Lusa

Pena Suspensa para funcionária que desviou (furtou!) 132 mil euros ao erário


 "Arguida confessou os factos e justificou-se dizendo estar a "atravessar um mau momento". Ficou obrigada a devolver o dinheiro".

... a devolver que dinheiro como, a partir de que fonte ou pecúnio, sejamos lá francos (em vez de hipócritas)?...

"O Tribunal São João Novo, no Porto, condenou hoje uma funcionária judicial a quatro anos e seis meses de prisão, suspensa na sua execução, por desviar 132 mil euros do Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça.

A mulher, que estava acusada pelo Ministério Público (MP) de 45 crimes de peculato e 45 crimes de falsidade informática, foi condenada apenas por um crime de peculato na forma continuada e um crime de falsidade informática, igualmente na forma continuada.

Além disso, a arguida, que faltou à leitura da decisão judicial por motivos de doença, ficou obrigada a devolver o dinheiro.

Em audiência de julgamento, a funcionária judicial confessou na íntegra os factos e justificou-os com o estar a "atravessar um mau momento".

Perante o coletivo de juízes explicou que estava "desesperada" e a passar um "mau período", frisando estar "muito arrependida" e pedindo uma "oportunidade".

Segundo a acusação, os factos aconteceram entre 05 de dezembro de 2011 a 28 de outubro de 2013, na 4.ª Vara Cível do Porto, local onde a arguida desempenhava funções de escrivã-adjunta.

Durante esse período e no exercício das suas funções, a arguida apropriou-se de 132 mil euros depositados à ordem do Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça, no âmbito de processos tramitados na 4.ª Vara Cível, logrando que as várias verbas que o integraram fossem depositadas em contas bancárias por si tituladas ou de que tinha a disponibilidade, salienta.

E acrescentou: "a arguida, utilizando as permissões que lhe estavam atribuídas, criava e aprovava Notas de Depósito Autónomo para Pessoa, introduzindo indevidamente no sistema informático os dados das suas contas bancárias como beneficiária de reembolsos, em vez dos dados dos intervenientes processuais que a eles efetivamente tinham direito".

Posteriormente, procedia à validação destas notas acedendo aos computadores dos funcionários com permissão para tal, à revelia deles, ou apresentando-lhas para validação como se legítimas fossem, sustenta a acusação.

À saída do tribunal, o advogado de defesa, Hugo Pereira e Costa, referiu aos jornalistas que não irá recorrer da decisão judicial por a considerar "justa".


sábado, 1 de abril de 2017

Administrador de insolvência lesa trabalhadores e bancos

sábado, 24 de dezembro de 2016

Uma 'amnistia' em dois andamentos

23.12.2016 "Boas Festas" forenses):

Uma amnistia em dois andamentos

PRIMEIRO ANDAMENTO: fixa-se a pena em cinco anos (e por cúmulo jurídico, í.e. o somatório forense de várias penas;

SEGUNDO ANDAMENTO: como a pena é = ou > que 5 anos... suspende-se a pena!!!

A Justificação da decisão a quo:

Juízes consideram que vergonha na comunidade é suficiente para professor que abusou de três crianças.


Isto é o corporativismo social, a protecção de pares sociais por pares sociais (algo que julgávamos irradiado desde o 25 Abril 74) e numa dimensão odiosa:
Encontram-se atenuantes onde afinal o que existe são razões para agravar professor abusou de três crianças...

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segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Culpada... sem consequências


uma negligência que custou mais de 400 milhões de euros e que nem sequer constará do registo criminal!!!


...ou como a evolução da justiça francesa a está a aproximar da nossa ;)

https://www.publico.pt/2016/12/19/mundo/noticia/lagarde-considerada-culpada-de-negligencia-por-tribunal-frances-1755358

"Lagarde é culpada de negligência que lesou Estado francês mas não foi condenada

Directora do FMI foi julgada pelo seu papel no pagamento de 400 milhões de euros pelo Estado francês ao empresário Bernard Tapie quando era ministra das Finanças.

A directora do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, foi considerada culpada de negligência por um tribunal especial francês. O processo remonta ao tempo em que foi ministra das Finanças de França e há a possibilidade de a sentença a afastar da liderança do FMI.

Lagarde, que iniciou o segundo mandato de cinco anos como directora-geral do FMI em Fevereiro passado, foi julgada pelo seu papel no pagamento de 400 milhões de euros do Estado francês ao empresário Bernard Tapie, em 2008.
O Tribunal de Justiça da República, que julga apenas ministros e ex-ministros, por ofensas cometidas durante o exercício das suas funções, e é formado por juízes e políticos, considerou que Lagarde foi negligente ao autorizar que passasse para um tribunal arbitral o litígio que o empresário Bernard Tapiemantinha com o antigo banco público Crédit Lyonnais.

Em causa estavam os prejuízos que Tapie, amigo do então Presidente Nicolas Sarkozy, alegava ter ter tido com a venda da empresa de artigos desportivos Adidas ao Crédit Lyonnais, ainda no início da década de 1990.

Ao deixar que o caso seguisse para tribunal arbitral, em vez de deixar que o processo seguisse o seu caminho nos tribunais comuns, a então ministra das Finanças francesa, abriu caminho para que o Estado francês pagasse a Tapie 403 milhões de euros.

Esta opção provocou uma forte polémica em França, com acusações de que NicolasSarkozy, que mantinha uma relação de amizade com Tapie, tinha pressionado a sua ministra das Finanças a favorecer o empresário.


Em 2015, esta arbitragem foi anulada por fraude e alvo de investigação pena, por "desvio de fundos públicos" e "fraude", num processo diferente do que visa Lagarde, recorda o jornal económico francês Les Echos. Tapie foi condenado a reembolsar todo o valor da indemnização e com juros, mas declarou falência e ainda não pagou nada.

Apesar de a ter considerado culpada, o tribunal não aplicou agora qualquer pena a Christine Lagarde. Ela arriscava até um ano de prisão de 15 mil euros de multa. 

O tribunal considerou que "a personalidade" e a "reputação internacional" da directora do FMI, bem como a batalha que na altura travava contra a "crise financeira internacional" são factores a seu favor, que justificam a dispensa da pena, diz a AFP.

A própria Lagarde deu a entender, ao depor durante o julgamento, que a crise financeira de 2008 a fez distrair deste caso "que não era prioritário. Disse que seguiu as recomendações dos seus conselheiros. "A possibilidade de fraude escapou-me completamente", afirmou.

Lagarde foi nomeada para o FMI em 2011, em substituição do também francês Dominique Strauss-Kahn, forçado a demitir-se depois de ter sido preso e acusado de ter atacado sexualmente uma camareira num hotel de Nova Iorque. Este caso com Bernard Tapie tem ensombrado desde sempre a gestão de Lagarde."


sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Habeas passaporte

Congratulemo-nos; fez-se (continua a fazer-se) "justiça":
 
"Suspeito de seis tipos de crimes, Salgado continua sujeito a termo de identidade e residência, e que o obriga a comunicar ao juiz de instrução criminal apenas as ausências de casa com duração superior a cinco dias".

Leia mais: Ricardo Salgado já pode sair do país http://www.jn.pt/justica/interior/ricardo-salgado-ja-pode-sair-do-pais-5551006.html#ixzz4TCZ4UFNL 



sábado, 19 de novembro de 2016

Hanging Justice, again

"Os juízes, que julgaram o "Caso das Secretas" deram como provado que Jorge Silva Carvalho tinha cometido os crimes de violação de segredo de Estado, acesso ilegítimo a dados de tráfego do jornalista Nuno Simas, devassa da vida privada por meio informático no caso do relatório a Francisco Pinto Balsemão e abuso de poder.

Foi determinado o pagamento de uma indemnização ao jornalista Nuno Simas de 15 mil euros e de 10 mil euros a Francisco Pinto Balsemão, patrão da Impresa, tendo Jorge Silva Carvalho seis meses para o fazer.
O coletivo de juízes decidiu absolver o ex-diretor do SIED Jorge Silva Carvalho e o presidente da Ongoing, Nuno Vasconcellos, do crime de corrupção passiva e ativa, respetivamente, para ato ilícito por considerar não haver prova suficiente.
Quanto aos outros arguidos no processo, o ex-funcionário do Sistema de Informações e Segurança (SIS) e ex-elemento do SIED João Luis foi condenado a dois anos de pena suspensa por abuso de poder e acesso ilegítimo aos dados de faturação telefónica de Nuno Simas, e Nuno Dias, do SIS, a um ano de prisão suspensa por igual período também por ter acedido de forma ilegal aos dados do jornalista.


sábado, 29 de outubro de 2016

Projectos de Investigação.. sem investigação

A esfera dos projectos de investigação de universidades/universitários lembra a o que se dizia ou alegava sobre as relações entre médicos, delegados de informação médica e farmacêuticas: é muito o que se alega, o que se diz em surdina, mas investigar, acusar, provar e condenar... é o "catano":

"...o próprio Tribunal de Contas identificou “1,2 milhões de euros dos quais não há documentos..."; e isto só na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra!!!

Acusado de desviar dinheiro da Universidade de Coimbra conhece hoje sentença

"Um economista acusado de desviar cerca de 400 mil euros da Universidade de Coimbra, entre 1997 e 2004, conhece hoje a sentença, no Tribunal de Coimbra.
O economista de 52 anos, que colaborou com a Universidade de Coimbra (UC), é acusado pelo Ministério Público (MP) da prática de falsificação de documento, peculato e branqueamento em forma continuada.
No Tribunal, o arguido confessou a prática dos crimes de falsificação de documentos e peculato, justificando que não tinha experiência e que perdeu “o controlo da situação”.
Segundo o despacho do MP a que a agência Lusa teve acesso, o economista terá passado recibos verdes em nome da mãe, colocou em contas bancárias suas e do pai dinheiro de projetos de investigação, criou uma empresa fictícia à qual emitia ordens de pagamento e falsificou assinaturas.
O arguido, ao contrário da acusação, sublinhou que as suas contas e do seu pai não eram utilizadas com o intuito de branqueamento, mas para o pagamento de despesas não elegíveis relacionadas com os projetos de investigação ou para fazer adiantamentos a bolseiros, recusando ainda o valor de que é suspeito de desviar.
Com recurso à sua memória, o economista estima que se tenha apropriado de apenas 20 mil euros, entretanto devolvidos.
O economista frisou em tribunal que a utilização de contas bancárias pessoais já era recorrente no caso dos coordenadores dos projetos da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UC, recordando que o próprio Tribunal de Contas identificou “1,2 milhões de euros dos quais não há documentos”."

Atualização:
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/desvio-de-dinheiro/economista-desvia-dinheiro-da-universidade-de-coimbra-e-fica-em-liberdade

"
Um economista que colaborou com a Universidade de Coimbra, entre 1997 e 2004, foi condenado, esta quinta-feira, a cinco anos de prisão, com pena suspensa por igual período, por ter falsificado documentos e se ter apropriado de dinheiro.
De acordo com o Tribunal de Coimbra, que divulgou a sentença, ficou provado, durante o julgamento, que o arguido, conforme o próprio confessou, se apropriou indevidamente de dinheiro e que falsificou documentos, no âmbito do pagamentos de despesas, adiantamentos e bolsas relacionadas com projetos de investigação.
Ficou por demonstrar, no entanto, que o economista, de 52 anos de idade, tenha feito branqueamento de dinheiro, como sustentava o Ministério Público, disse o juiz durante a divulgação da sentença."

domingo, 9 de outubro de 2016

Portas travessas


62 MILHÕES EM LUVAS DetalhesAtualizado em 08-10-2016Publicado em 08-10-2016

Submarinos afundam Portugal, estado não sabe gerir prioridades, apenas luvas. Os nossos criminosos são os que nos governam?

Ainda o 2012 não chegou e Paulo Portas já tem uma surpresa à nossa espera...
 
Submarino aumenta défice e despesa pública em 2012
 
O primeiro submarino, o «Tridente», quando chegou a Portugal, obrigou o Governo a um novo aumento de impostos ou a mais um corte extraordinário na despesa pública. Isso mesmo foi confirmado à TVI pelo ministério da Defesa.
Devido às regras da União Europeia, o défice sofrerá um aumento superior a quinhentos milhões de euros.
O mesmo voltará a acontecer em 2012, quando chegar o segundo submersível, causará o mesmo estrago.
 
Os submarinos, a preços actuais, custam 1 026 mil milhões de euros.
O preço inicial aumentou, não só devido às actualizações previstas no contrato, mas também aos juros a pagar ao Crédit Suisse e ao Banco Espírito Santo, com quem o Estado celebrou um contrato de financiamento da construção.

Submarinos ajudam a afundar o défice
A compra dos dois submarinos contratada em 2004 vai complicar ainda mais as contas do défice português. Além do impacto da crise, o governo que vencer as próximas legislativas terá de contar com um défice orçamental 0,3 pontos percentuais mais alto por causa destes investimentos na Defesa. 

A Comissão Europeia garantiu ao Diário Económico que as regras de contabilização destas despesas "não serão mais flexíveis", nem em tempo de crise.
 
As regras da Comissão Europeia são claras: os gastos em equipamento militar, independentemente do modelo de financiamento escolhido pelos Governos, devem ser inscritos como despesa no ano em que são colocados à disposição dos Governos.

Mais despesas sobre os submarinos
Estado português gasta 32,2 milhões de euros com manutenção de submarinos.
Segundo o Relatório Militar de 2010, o Estado português gastou 32,2 milhões de euros em 2010 em armamento, formação e obras para os dois novos submarinos da Marinha. A maior parte desta quantia, equivalente a 11,56 milhões de euros, foi despendida na “aquisição de 24 torpedos e respectivo pacote de sustentação logística” para os submarinos.
 
A restante verba foi gasta na compra de mísseis Sub-Harpoon (3,95 milhões de euros), de “material para fornecimento logístico essencial à operação e manutenção dos Submarine Attack, Guided Missile” (6,45 milhões), na “adaptação das estruturas do Arsenal do Alfeite e edifícios administrativos” (7,19 milhões de euros) e na “transferência de tecnologia contratada, formação e treino, e fornecimento logístico essencial à operação e manutenção”.
Em 2011, os compromissos financeiros respeitantes à manutenção dos dois submarinos ascendem a 24 milhões de euros: 21,4 milhões para «Fornecimento Logístico», 2 milhões para «Armamento Mísseis» e o restante na «Missão Construção e Material».

Paulo Portas pagou 30 milhões a mais pelos submarinos 
Os alemães que forneceram o Estado reduziram a qualidade dos submarinos para baixar o custo, mas o preço inicial manteve-se. O ex-ministro da Defesa aprovou o negócio e pagou 30 milhões a mais.
 
A informação consta, segundo o jornal, de um documento de 29 de Abril de 2004 assinado pelo líder do Grupo de Projectos dos Novos Submarinos (GPSS), capitão Rui Rapaz Lérias: "O preço dos dois submarinos não sofreu qualquer alteração relativamente ao seu valor de adjudicação, embora (...) a configuração dos submarinos tenha sido degradada".

Buraco milionário nos submarinos
Portugal corre sérios riscos de perder 705 milhões de euros em contrapartidas da compra dos submarinos alemães.
 
Quando falta menos de um ano para terminar o contrato de contrapartidas dos submersíveis, a Ferrostaal tem ainda por executar projectos no valor de 828 milhões de euros. Como a indemnização por incumprimento do contrato é de apenas 121 milhões de euros, relativa a 10% do total de contrapartidas de 1,21 mil milhões, Portugal pode perder 705 milhões de euros. O Ministério da Economia, que tutela as contrapartidas com o Ministério da Defesa, reconhece que a execução deste contrato está parada desde o final do ano passado.

Dado o desentendimento com a Ferrostaal, o Governo, segundo o Ministério da Economia, "está a estudar medidas futuras que garantam a salvaguarda dos interesses do Estado português."

COMPRA EM INVESTIGAÇÃO
A aquisição dos dois submarinos está a ser investigada desde 2005 pelo Departamento Central de Investigação e Acção Criminal. Foi a partir desta investigação que foi aberto um inquérito às contrapartidas dos submersíveis, que está em julgamento.
 
Na Alemanha os vendedores de submarinos "do" Paulo Portas já estão acusados de ter oferecido 62 milhões de euros em luvas para convencer os portugueses e os gregos a comprar os luxuosos submarinos. Onde estará tanto dinheiro? No bolso de quem? 
Se os alemães já desvendaram a parte deles, era suposto estar o caminho aberto para apanhar e acusar os portugueses que receberam, não?
 
Assistimos, neste enredo, a apenas mais uma amostra para que todos possamos entender porque razão o estado gasta 130 milhões de euros em helicópteros, 5 milhões de euros em tanques e 35 milhões de euros em submarinos.. 
Apesar de todos enfiarmos a cabeça na areia e fingir-mos que não sabemos de nada, os negócios do estado têm a liberdade de enveredar por estes meios ... Luvas para incentivar os nossos políticos a esbanjar o erário público mesmo que não seja preciso comprar submarinos ou mesmo que sejam demasiado caros. E Paulo Portas, como é generoso, ainda deu mais 30 milhões do que devia.
 
Estes negócios obscuros foram realizados no mandato do Durão Barroso como PM e Paulo Portas como Ministro da defesa. O dinheiro saiu da origem e já foi provado, mas em Portugal tardam a julgar os criminosos receptores. 
 
Mais grave ainda é que, segundo alguns, existia ainda a hipótese de recuar no negócio por incumprimento de clausulas do contrato, e recebermos 1.000 milhões de euros, mas os nossos "irresponsáveis" governantes tinham muitos euros já no banco das "luvas", não lhes convinha nada perde-los, recuando. Noticia sobre a hipótese de recuar num negócio despesista e corrupto.
 
Noticia sobre a investigação dos submarinos... Na ALEMANHA. Porque em Portugal é um silencio tranquilo
"O Ministério Público de Munique acusou dois ex-quadros da empresa alemã Ferrostaal do pagamento de mais de 62 milhões de euros em «luvas» para garantir encomendas de submarinos de Portugal e da Grécia.Os dois acusados, são um antigo membro do conselho de administração e um ex-director da empresa.Os investigadores também pediram ao tribunal que a Ferrostaal seja citada no processo criminal, o que permitirá confiscar os lucros obtidos pela empresa com as vendas. Entretanto, a 25 de Janeiro deste ano, o juiz do Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC), Carlos Alexandre, decidiu levar a julgamento os nove arguidos no caso dos submarinos/contrapartidas.​
 
Os arguidos estão todos acusados, em co-autoria, de falsificação de documentos e burla qualificada.Os portugueses acusados são José Pedro Sá Ramalho, Filipe Mesquita Soares Moutinho, António Parreira Holterman Roquete, Rui Moura Santos, Fernando Jorge da Costa Gonçalves, António Lavrador Alves Jacinto e José Mendes Medeiros.A par do caso das contrapartidas, o DCIAP continua a investigar o processo principal relacionado com a compra de dois submarinos à Ferrostaal."
 
Os Ministros são isentos de culpa? Eles não são os responsáveis superiores pelo que se faz no seu ministério?
Os alemães já condenaram os que pagaram as luvas, já fizeram mais de metade do trabalho de investigação, pois se provaram que as luvas foram pagas, à justiça portuguesa só falta descobrir quem as recebeu... no entanto é esta pasmaceira... São promovidos, são eleitos e o saque continua. 
 
Este é outro exemplo de como esbanjam o nosso dinheiro. 
Não há dinheiro que chegue para tanta anarquia, tanta liberdade para esbanjar... tanta impunidade para continuar... 
E eles andam ai...nas calmas... no poder... Paulo Portas... glorioso brilha no seu poleiro, Durão Barroso homem de confiança, Cavaco Silva Presidente... 
 
Somos os maiores ... a consentir a apoiar a impunidade, a corrupçao, a destruiçao dos nossos impostos... 
 
Continuamos a votar neles.... e A PÁTRIA AGONIZA

"Nome de Durão Barroso envolvido no negócio dos submarinos por investigação alemã.

A revista alemã Der Spiegel deu conta de uma investigação judicial alemã ao contrato de entrega de dois submarinos a Portugal que envolve o nome de Durão Barroso em actos ilícitos. 

Segundo a revista, a investigação revela que um cônsul honorário português teria alegadamente conseguido arranjar uma reunião para a empresa concorrente ao negócio, a Ferrostaal, com o então primeiro-ministro Durão Barroso, durante o Verão de 2002.

A administração da empresa alemã terá ficado de tal forma impressionada com a "influência" do cônsul que o contratou em Janeiro de 2003 como consultor, tendo este chegado a receber mais de milhão e meio de euros, o que poderia constituir uma violação dos seus deveres de diplomata.

De acordo com o relatório de investigação citado pela Der Spiegel, os subornos alegadamente pagos incluiriam ainda um contra-almirante português, que terá recebido um milhão de euros, num acordo de consultoria. A investigação chegou ainda a uma firma de advogados portuguesa, que, além de poder ter ajudado o contrato a pender para a Ferrostaal, terá também sido paga para "apagar o rasto de dinheiro" usado para subornar "decisores no Governo português e na Marinha".

A investigação alemã, que resultou já numa detenção de um dos membros da administração da Ferrostaal, inclui suspeitas de subornos não só em Portugal, mas também em contratos navais na Colômbia e na Argentina, onde um membro do Ministério da Defesa teria sido subornado num negócio de equipamento da Guarda Costeira."

segunda-feira, 21 de março de 2016

Pena suspensa para educadora condenada por 10 crimes de maus-tratos

2016-03-08 19:44
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/sentenca/pena-suspensa-para-educadora-condenada-por-10-crimes-de-maus-tratos

       
            

"O Tribunal de Guimarães condenou, esta terça-feira, a três anos e oito meses de prisão, com pena suspensa, uma educadora de infância de Famalicão, por 10 crimes de maus-tratos a crianças que tinha a seu cuidado.

Em causa está a atuação da arguida, de 29 anos, enquanto educadora de infância no Centro Social e Paroquial de Seide S. Miguel, em Vila Nova de Famalicão, sendo as vítimas crianças com idades compreendidas entre Um e três anos. Os maus-tratos terão decorrido, "pelo menos", no período compreendido entre setembro de 2011 e abril de 2012.

A arguida foi entretanto despedida.

De acordo com a Lusa, o tribunal deu como provado que a arguida chegou a obrigar algumas crianças a comer o que tinham vomitado ou comida com mucosidade que lhes caía do nariz.

Além disso, e quando as crianças não queriam comer, a educadora "empurrava com força a colher dentro da boca" delas, "obrigando-as a engolir".


Fechar crianças em armários às escuras e dar-lhes estalos quando elas não conseguiam completar um puzzle seriam outros dos castigos aplicados.

Castigos que seriam também recorrentes quando as crianças urinavam na roupa, tendo a arguida chegado a obrigá-las a tomar banho de água fria.

O tribunal deu ainda como provado que a arguida chama "totós", "parolos" e "burros" aos miúdos e que, quando as crianças choravam, lhes colocava fita adesiva na boca, para que não fossem ouvidas por terceiros, nomeadamente por alguém ligado à direção do Centro Social.

"Tais agressões, psicológicas e físicas, aconteciam de modo reiterado, sendo que se foram agudizando e aumentando a sua frequência, ocorrendo praticamente todos os dias", sustenta a acusação do Ministério Público, dada como provada pelo tribunal.

O Ministério Público diz que a arguida agiu com o intuito de "magoar, vexar e atormentar" as crianças, perseguindo-as física e psicologicamente e fazendo com que elas "a temessem" e vivessem "períodos de constante desassossego. Uma realidade que, sustenta a acusação, poderá deixar "marcas psicológicas" nas crianças.

A arguida terá ainda de pagar uma indemnização total de seis mil euros às famílias de três crianças que se constituíram assistentes no processo.

Para a suspensão da pena de prisão, o tribunal teve em conta a falta de antecedentes criminais da arguida, a sua idade, o seu percurso estudantil "meritório" e a sua inserção social e familiar. No entanto, o tribunal sublinhou a ilicitude e a culpa "elevadas" da atuação da arguida

A suspensão da pena de prisão fica condicionada a regime de prova, tendo a arguida de se apresentar mensalmente nos serviços de Reinserção Social e de prestar trabalho a favor da comunidade.

A advogada das famílias das crianças, Margarida Portugal, manifestou-se "satisfeita" pela condenação, sublinhando que "qualquer pessoa fica aterrorizada" com os relatos do que se passou naquela creche. A mesma advogada disse que "não há dinheiro nenhum" que possa pagar o que crianças e pais passaram, as primeiras pelos maus-tratos que lhes seriam infligidos e os segundos por sentirem que, sempre que mandavam os filhos para a creche, "os estavam a condenar a um inferno".

A advogada da arguida não quis prestar declarações aos jornalistas."
 
 

 

sexta-feira, 3 de julho de 2015

"Se a Justiça chega a parecer corporativa... é porque é!"

"Pena suspensa para mulher que desviou 139 mil euros de taxas moderadoras (...)

Dizia um 'blogger' há uns tempos que "a justiça é a perceção que dela tem o povo". É capaz de ser verdade, mas essa verdade importa um bledo às Magistraturas. 
Que "Os juízes administram a justiça em nome do povo" é outro bluf ainda mais desmentido que o mito do Pai Natal: a justiça é feudo dos Senhores Juízes e se chega a parecer 'corporativa'... é porque é. E tanto pior para a "perceção que dela tem o povo".
No caso a quo, a senhora é acusada - além de outro(s) - de um crime continuado, isto é, de um crime repetido vezes sem conta
De resto, é uma aritmética simples: as taxas moderadoras num Centro de Saúde (exactamente, não foi no "São João" ou no "Santa Maria"!) são valores baixos, raramente chegam aos dois dígitos; dividam-se os 140 mil euros pelo valor médio das taxas moderadoras e concluímos que a arguida neste processo desviou dezenas de milhar de taxas moderadoras. 

E não seria tola o bastante para arrecadar todo o produto das receitas diárias, mas tão só a parte da mesma que a não denunciasse logo ao cabo de um par de semanas ou de mesespelo que podemos concluir que andou nisto, nesta diligente e metódica delapidação do produto duma receita imoralmente cobrada a quem tem pouco ou nada e mesmo assim tem que pagar, as famigeradas taxas moderadoras  - anos a fio (a notícia alude a cerca 4 anos[?]).

Todavia, foi-lhe aplicada pena suspensa porque - entre outros 'argumentos' - "(...) ausência de antecedentes criminais pesaram na decisão de suspensão da pena de prisão"...

Pois claro, um crime continuado, prosseguido, diligente, diária, continua e longamente, isto é, cometido várias vezes por dia, vários dias por mês, vários meses por ano e durante vários anos, quando vai a juízo, neste tribunal, neste juízo e por este/a juiz é julgado de forma sincrónica e unívoca, para depois se poder estribar assim uma decisão que parece 'pré-decidida'não tem antecedentes criminais!

Pronto, então é porque não tem...

Tem antecedentes criminais um 'puto' com escassos 20 anos de idade que, tendo já partido o vidro do carro de um qualquer pequeno-burguês como este 'blogger', por exemplo,  para roubar um auto-rádio que vai trocar pelo "pó" ou o "crack" em que outros o viciaram, o faz depois uma segunda vez. E por isso "apanha" quatro anos de efectiva no "Vale de Judeus" ou em "Custóias"...

Não é para a nossa hermenêutica e muito menos para a nossa 'capacidade de perceção'.

Mas se a justiça lhe chega a parecer corporativa... é porque é!

http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2015-06-17-Pena-suspensa-para-mulher-que-desviou-139-mil-euros-de-taxas-moderadoras











terça-feira, 15 de julho de 2014

Pena suspensa para ex-diretora de hospital

Pena suspensa para ex-diretora de hospital acusada de burla

Tribunal de Aveiro condenou arguida a um ano e oito meses de prisão, por um crime de falsidade informática. Foi absolvida do crime de burla
(http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/aveiro/pena-suspensa-para-ex-diretora-de-hospital-acusada-de-burla)

2014-07-15 16:12 Redação / PP

 O Tribunal de Aveiro condenou hoje a uma pena suspensa uma ex-diretora do serviço de gestão de doentes do hospital de Aveiro que estava acusada de ter burlado o Estado em cerca de 145 mil euros.

O tribunal deu como provado que a arguida deu ordens para registar como internamentos cirurgias realizadas em ambulatório, o que levou a que tivessem sido faturados valores a mais pelo Hospital ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) e aos subsistemas de saúde.

No entanto, não ficou provado que a médica, que continua a trabalhar no Hospital de Aveiro como médica ortopedista, tenha retirado benefícios pessoais com esta situação.

«Não teve qualquer benefício direto disto, nem daqui decorreu qualquer vantagem patrimonial para si», afirmou o juiz.

A arguida foi condenada a um ano e oito meses de prisão, com pena suspensa, por um crime de falsidade informática, tendo sido absolvida do crime de burla.

Durante o julgamento, a médica negou sempre os factos descritos na acusação, afirmando ainda desconhecer o superior valor pago ao Hospital pelas cirurgias realizadas em regime de internamento, comparativamente ao regime de ambulatório.

O caso foi denunciado à Polícia Judiciária em janeiro de 2007, pelo então presidente do conselho de administração do Hospital de Aveiro Luís Delgado, que tomou conhecimento dos factos através de um funcionário do hospital.

Segundo a acusação do MP, a arguida deu ordens para registar como internamentos 166 cirurgias que foram realizadas em regime de ambulatório, nos serviços de oftalmologia e ortopedia, em 2004 e 2005.

Segundo o despacho de pronúncia, a arguida através da "adulteração astuciosa" de dados criou a convicção da autenticidade dos dados constantes do sistema informático utilizado na faturação ao Instituto de Gestão Informática e Financeira da Saúde - IGIF.

Por essa via, a médica logrou obter para o Hospital um enriquecimento ilegítimo de 145 mil euros equivalente ao sobrevalor pago pelas cirurgias em regime de internamento pelo SNS e pelos subsistemas de saúde.

O caso começou a ser julgado a 7 de março, mas foi interrompido a 23 de abril, devido a doença da juíza do processo, o que implicou a perda da eficácia da prova anteriormente produzida e o reinício do julgamento no passado dia 04 de julho.