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quarta-feira, 19 de julho de 2017

E para quem são então as penas efectivas, não é?!...

Contabilista condenado a pena suspensa por burlar empresa em quase um milhão de euros



O coletivo de juízes absolveu ainda no mesmo processo outros quatro funcionários que trabalhavam na empresa-mãe do grupo do ramo agropecuário e um gabinete de contabilidade, porque o tribunal "não ficou convencido" quanto ao envolvimento destes no caso.
Durante a leitura do acórdão, a juíza presidente disse que o tribunal considerou provada a "essencialidade" dos factos que constavam do despacho de pronúncia.
O acórdão refere que o modo de execução dos crimes mostrou-se "hábil e engenhoso", de tal modo que "nem os membros dos órgãos sociais das sociedades assistentes nem os revisores oficiais de contas se aperceberam do mesmo, durante largo período de tempo".

Durante o julgamento, o arguido assumiu parte dos factos, mas disse que os seus atos eram do conhecimento da administração, um facto que, segundo juíza, "não resultou demonstrado", tendo sido até contrariado pelos administradores
 
 

quinta-feira, 13 de julho de 2017

A Falência moral contínua da "Sociedade das Ordens"

Urge fazer um "reset" nos estatutos desta Sociedade das Ordens.
 
Ora é na Ordem da Toga, ora é na Ordem da Espada / Bisturi, um surgimento e reiteração de atos ilícitos/ilegais e imorais que têm correspondência direta com o sentimento de impunidade que historicamente os estatutos das "Ordens" que integram lhes vêm consentindo.
Se numa sociedade moderna e democrática, as disposições dos estatutos só poderiam ser vistas/tidas como prerrogativas, o que acontece connosco que estamos a consentir que o sentimento seja o absolutamente inverso e que, sobretudo dentro da Ordem da Toga e da Ordem do Bisturi, o sentimento seja o de direitos plenipotenciários?..
             
Mais um membro da Ordem da Toga:
                                                                                            Maria Antónia Cameira / Correio da Manhã
 
   
Maria Antónia Cameira / Correio da Manhã

https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2017/07/12/33910-advogada-burlou-clientes-de-vistos-gold-em-cinco-milhoes-de-euros

"Advogada burlou clientes de vistos gold em cinco milhões de euros...

Autor: equipa

Mais "Justiça Suspensa"

Se a Justiça chega a parecer corporativa... é porque é

http://www.dn.pt/sociedade/interior/funcionaria-judicial-condenada-a-pena-de-prisao-suspensa-por-desviar-132-mil-euros-8631518.HTML

12 DE JULHO DE 2017 16:11
Lusa

Pena Suspensa para funcionária que desviou (furtou!) 132 mil euros ao erário


 "Arguida confessou os factos e justificou-se dizendo estar a "atravessar um mau momento". Ficou obrigada a devolver o dinheiro".

... a devolver que dinheiro como, a partir de que fonte ou pecúnio, sejamos lá francos (em vez de hipócritas)?...

"O Tribunal São João Novo, no Porto, condenou hoje uma funcionária judicial a quatro anos e seis meses de prisão, suspensa na sua execução, por desviar 132 mil euros do Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça.

A mulher, que estava acusada pelo Ministério Público (MP) de 45 crimes de peculato e 45 crimes de falsidade informática, foi condenada apenas por um crime de peculato na forma continuada e um crime de falsidade informática, igualmente na forma continuada.

Além disso, a arguida, que faltou à leitura da decisão judicial por motivos de doença, ficou obrigada a devolver o dinheiro.

Em audiência de julgamento, a funcionária judicial confessou na íntegra os factos e justificou-os com o estar a "atravessar um mau momento".

Perante o coletivo de juízes explicou que estava "desesperada" e a passar um "mau período", frisando estar "muito arrependida" e pedindo uma "oportunidade".

Segundo a acusação, os factos aconteceram entre 05 de dezembro de 2011 a 28 de outubro de 2013, na 4.ª Vara Cível do Porto, local onde a arguida desempenhava funções de escrivã-adjunta.

Durante esse período e no exercício das suas funções, a arguida apropriou-se de 132 mil euros depositados à ordem do Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça, no âmbito de processos tramitados na 4.ª Vara Cível, logrando que as várias verbas que o integraram fossem depositadas em contas bancárias por si tituladas ou de que tinha a disponibilidade, salienta.

E acrescentou: "a arguida, utilizando as permissões que lhe estavam atribuídas, criava e aprovava Notas de Depósito Autónomo para Pessoa, introduzindo indevidamente no sistema informático os dados das suas contas bancárias como beneficiária de reembolsos, em vez dos dados dos intervenientes processuais que a eles efetivamente tinham direito".

Posteriormente, procedia à validação destas notas acedendo aos computadores dos funcionários com permissão para tal, à revelia deles, ou apresentando-lhas para validação como se legítimas fossem, sustenta a acusação.

À saída do tribunal, o advogado de defesa, Hugo Pereira e Costa, referiu aos jornalistas que não irá recorrer da decisão judicial por a considerar "justa".


O Humanismo da antiga "Junta de Crédito Público"

 https://www.publico.pt/2017/07/13/sociedade/noticia/cgd-de-vale-de-cambra-instalou-pinos-a-porta-da-agencia-para-afastar-semabrigo-1778945

terça-feira, 11 de julho de 2017

D facto, "quem nos guarda dos guardas"?!...



  http://www.jn.pt/justica/interior/18-agentes-da-psp-acusados-de-tratamentos-desumanos-na-cova-da-moura-8627762.html?utm_term=18+agentes+da+PSP+acusados+de+tratamentos+desumanos+na+Cova+da+Moura&utm_campaign=Editorial&utm_source=e-goi&utm_medium=email



18 agentes da PSP acusados de tratamentos desumanos na Cova da Moura

Dezoito agentes da PSP foram acusados pelo Ministério Público (MP) de denúncia caluniosa, injúria, ofensa à integridade física e falsidade de testemunho, num caso que remonta a 2015.

Em causa estão também agressões a jovens da Cova da Moura (Amadora).

De acordo com a informação disponibilizada hoje no 'site' da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa, os 18 agentes da PSP estão igualmente acusados de outros "tratamentos cruéis e degradantes ou desumanos e sequestro agravado" e falsificação de documento.

Segundo a acusação do MP, os agentes da PSP, em fevereiro de 2015, "fizeram constar de documentos factos que não correspondiam à verdade, praticaram atos e proferiram expressões que ofenderam o corpo e a honra dos ofendidos, prestaram declarações que igualmente não correspondiam à verdade e privaram-nos da liberdade".


 

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Rautaurar a Instituição Militar e repor aos Militares a sua Dignidade Histórica

Restaurar a Instituição Militar e repor aos Militares a sua Dignidade Histórica

Pouco me importa se me considerarem conservador e retrógrado quanto ao que me proponho defender -  afinal também posso pensar e publicar impertinentemente, como o Vasco Pulido Valente, apenas não posso fazer as birras dele porque não tendo origem aristocrática, ninguém mo consentiria - e por isso digo já ao que venho [1]:
 
- Extinguir o Serviço Militar Obrigatório foi um erro, reparar esse erro é imperioso e urgente.




[1] . cumpri o Serviço Militar Obrigatório no RASP desde Janº de 1978 (incorporação) até Maio de 1979 (passagem à disponibilidade)

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Os cândidos sociais

Praticamente todas as semanas dá à estampa pelo menos (mais) uma ocorrência desse enorme colrolário de "benfeitorias" sociais que decorrem sob o amplo "chapéu da Segurança Social...

02.07.2017 21h12

http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2017-07-02-Adolescente-foge-de-lar-de-infancia-na-Covilha-e-denuncia-maus-tratos

"Há suspeitas de maus tratos a crianças da Casa do Menino Jesus, na Covilhã. A denúncia partiu de uma adolescente que fugiu da instituição e relatou à Polícia Judiciária da Guarda que há crianças obrigadas a comer do chão e a ficar de castigo num quarto escuro. O Ministério Público já constitui dois arguidos e a direcção da Casa abriu um inquérito interno." 

Diz o presidente da Instituição que
"... o que me reportaram  - e parece que é verdade - é que havia uma das técnicas.. ahh... que parece que fechava as crianças à chave; isso é um comportamento lamentável..."

Esta candura do Sr. Lopes lembra-me a candura do pasteleiro José Severino, apanhado numa entrevista antecipada: 
"... quer-se dizer, eu é mais bolos, não é, é a minha especialidade, é mais bolos e... e também temos salgados... mas é mais bolos e nesta época, é mais o Bolo-rei não é..."

Mas a candura do Sr. Lopes continua (aos 03':44''),
"... a segurança social já nos pediu a entrada de mais crianças no lar; isso alguma coisa dirá sobre o que a Segurança Social pensa da Casa do Menino Jesus..."

e continua a lembrar-me a candura do pasteleiro José Severino (aos 2':57''):
"... a menos que... se a Senhora quiser eu posso-lhe fazer uma coisa: a Senhora dá-me as perguntas de cardiologia, não é, eu vou ao meu médico, faço-lhe as perguntas, aponto tudo e depois venho para aqui responder..."

São uns cândidos e umas cândidas; todos, desde o ISS, através dos/as interfaces, até às Ipes. Malandros e sabidões são os utentes; uns espertalhaços, já nascem ensinados para a malandrice e há que tratá los como mandava a bondosa madre Teresa...