o que a Constança C. e Sá quererá dizer é que para se obter um Calvão e Silva basta juntar água ao arroz que sobrou de ontem (ou de anteontem). Mas porque quem diz tacho, diz caldeirão, só mesmo a 'carochinha' passos coelho para 'casar' com estes calvões ratões...
https://tvi24.iol.pt/opiniao/constanca-cunha-e-sa/calvao-da-silva-saiu-do-fundo-do-tacho-do-psd?fbclid=IwAR3vj8jWmxUnFeYERF3jHaAiTiyiZBoGwLURlImEwnP982SyLx6EHwsIyJA
"Temos um ministro que tanto depressa nos aparece como pregador como agente de seguros. Só faltou falar na arca de Noé. O meu problema não é falar de religião nem de falar de Deus. O desconchavo disto tudo é que é tristíssimo. Vê-se que saiu do fundo do tacho do PSD. Aparece-nos um pregador no meio das cheias e angariador de seguros."
Juizes consideram "infelizes" declarações de Rangel sobre justiça
"A presidente da Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP), Maria José Costeira, qualificou este domingo as recentes declarações do eurodeputado social-democrata Paulo Rangel como "infelizes" e que em nada dignificam o discurso político.
No sábado, na Universidade de verão do PSD, o eurodeputado social-democrata Paulo Rangel elogiou o "ataque sério e consistente" feito nos últimos tempos à corrupção e "promiscuidade" e questionou se "alguém acredita que se os socialistas estivessem no poder haveria um primeiro-ministro sob investigação" [José Sócrates] ou "o maior banqueiro estaria sob investigação" [Ricardo Salgado].
Em reação, o PS acusou o eurodeputado de estar a fazer "uma tentativa clara de partidarização da justiça", exigindo ao líder do PSD e primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, para clarificar se se reconhece nas declarações de Paulo Rangel.
"As declarações do Dr. Paulo Rangel de ontem [sábado] só posso comentá-las dizendo que são umas declarações muito infelizes. Infelizes porque da parte de um político como o Dr. Paulo Rangel espera-se um outro comportamento e espera-se que não politize a justiça", afirmou, em declarações à Lusa, Maria José Costeira.
Para a presidente da ASJP, o facto de o país estar a entrar num período de campanha eleitoral não deve ser um pretexto para um "vale tudo".
"Vamos entrar agora em campanha eleitoral, mas não podemos por isso achar que vale tudo e era bom que os nossos políticos percebessem que a justiça é importante demais para ser politizada e ser objeto de campanhas eleitorais", frisou Maria José Costeira. E como tal, salientou a representante, as declarações do eurodeputado social-democrata não fazem "qualquer tipo de sentido".
E acrescentou: "O Dr. Paulo Rangel sabe perfeitamente como funciona o sistema de justiça. É absolutamente independente do poder executivo e, portanto, as declarações são infelizes".
"Espero que fiquemos por aqui na campanha e que não deem o mote para que esta campanha venha a fazer com que os tribunais e a justiça sejam objecto da campanha eleitoral com comentários demagógicos e populistas que não dignificam em nada os políticos e que prejudicam a justiça", concluiu a presidente da ASJP."




